Ainda não tinha publicado a fotografia do nosso painel do outono. Cada aluno decorou uma árvore com folhas com as cores do outono. Utilizaram a técnica de molhar um cotonete nas tintas e cada pinta era uma folha. Alguns meninos trouxeram folhas verdadeiras para ajudar a decorar o painel e como eram tantas, ainda decorámos a bancada "do outono".
quarta-feira, 19 de novembro de 2014
sexta-feira, 14 de novembro de 2014
Maria vai com as outras
Hoje trabalhámos esta história para reforçar que cada um deve pensar antes de agir e que não devemos seguir os maus exemplos dos outros.
quinta-feira, 13 de novembro de 2014
Saber escutar
Nos primeiros dias de aulas, num bom-dia, contei aos nossos meninos a história do "Ursinho Apressado". Ainda hoje falamos nela como exemplo da importância do saber escutar. Como alguns pais ficaram curiosos por conhecer a história, resolvi publicá-la.
O ursinho apressado
- Ursinho – disse-lhe um dia a mãe – vai
depressa apanhar um lindo ramalhete de folhagem, se fazes favor.
- Vou já – respondeu o ursinho apressado. E
saiu tão depressa que nem ouviu a mãe acrescentar: “Mas não tragas daquela
folhagem vermelha e brilhante que tem três folhas em cada pé, e umas bagazinhas
muito bonitas…”
Por isso, enquanto a mãe explicava:
“…porque são plantas venenosas e fazem comichão no corpo todo…” já ele estava
no meio da mata à procura da folhagem mais bonita que lá houvesse.
As folhas de plátano tinham uma cor amarela
deslumbrante. O ursinho apressado achou-as magníficas, até que viu as folhas
vermelhas luzidias do bordo.
“Vou apanhar um grande ramo”, pensou ele.
Mas foi nessa altura que viu outras folhas ainda mais vermelhas e luzidias,
três em cada pé, e com bagazinhas muito bonitas.
Apanhou tantas, tantas, que daí a pouco
tinha um ramo enorme. Voltou então para casa.
Vinha o ursinho apressado a meio do
caminho, quando coçou o focinho. E começou a coçar-se. Sentia comichão nas
patas. E nos dedos dos pés, e na ponta das orelhas. Quando chegou a casa, e
estendeu à mãe o ramo, já sentia comichão pelo corpo todo.
Mas o que foi pior, é que a mãe assim que o
viu, recuou, levantando os braços ao céu.
-Ai, ursinho apressado! – exclamou ela –
Depois de tudo quanto te recomendei…apanhaste folhas venenosas.
- A sério? – exclamou o ursinho apressado –
Mas o que foi que a mãe disse?
- Disse: “Principalmente, não tragas
daquela folhagem vermelha a brilhante que tem três folhas em cada pé e umas
bagazinhas muito bonitas, porque são plantas venenosas e fazem comichão no
corpo todo.”. E agora despe-te para eu te esfregar com álcool.
Dali a bocado o ursinho apressado já se
sentia muito melhor, com outra roupa limpa.
- Vou apanhar folhas do bordo – disse ele.
- Está bem – respondeu a mãe, ocupada a
varrer as folhas venenosas. A folhagem do bordo é muito bonita.
Mas desta vez, antes de sair a correr, o
ursinho contou até cem para ter a certeza de que a mãe não tinha mais nada a
dizer-lhe...
Agora, quando eles não ouvirem tudo até ao fim com atenção, podem chamar-lhes ursinhos apressados... eles entendem logo! :)
terça-feira, 11 de novembro de 2014
Magusto
Hoje tivemos um pouquinho de sol para fazermos o nosso magusto. Todos levaram o seu cartucho devidamente decorado para encher de castanhas. Cada menino teve direito a um sumo e deliciaram-se com as castanhas assadas, quentinhas, que estavam saborosas.
segunda-feira, 10 de novembro de 2014
Música das castanhas
Letra da música das castanhas
No meu bolso guardei
Meia dúzia de castanhas
De tão quentes que estão
Ainda queimo a minha mão
Meia dúzia de castanhas
De tão quentes que estão
Ainda queimo a minha mão
Vou dá-las ao pai
Vou dá-las à mãe
Castanhas quentinhas
Que sabem tão bem.
Vou dá-las à mãe
Castanhas quentinhas
Que sabem tão bem.
Agora que já aprenderam, podem cantar em casa...
Jogo silábico
Hoje estivemos a trabalhar a formação de palavras com as sílabas que já tinham aprendido. Quando dei as sílabas, a cada menino, colocaram num envelope. No entanto, hoje fui surpreendida com a Clara, a Sara e a Teresa que trouxeram as sílabas em pequenas caixinhas. Achei uma ótima ideia! É sinal que gostaram do jogo e que se preocuparam em não perder nenhuma peça. Fica aqui a sugestão para quem quiser... guardar as peças numa pequena caixa (podem reutilizar a da manteiga, dos iogurtes...). Como fica na mochila podem sempre jogar em casa e tentar formar mais palavras.
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